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11 principais erros em um projeto de CRM

Basta jogar CRM no Google e você vai ver a quantidade de artigos sobre. O tempo inteiro vemos manchetes em sites, blogs e Consultores dizendo que devemos “criar um projeto de CRM”. Desse modo, tenho visto muitas pessoas procurando entender o que é CRM e as vezes, sem entender muito como funciona, tentam aplicar, achando que é cool ter um projeto de CRM, mesmo que não entenda muito como funciona. Se você não sabia muito bem o que era CRM, esse post é para você.

CRM, é a sigla de Customer Relationship Management, trocando em miúdos – ou em português – é Gerenciamento de relacionamento com os clientes. Reuni 11 principais erros que as empresas/empresário cometem ao executar esse projeto e tenho certeza que ao terminar de ler, você vai ter uma ideia de como executar o seu próprio projeto.

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1- Achar que você precisa comprar o melhor software disponível no mercado

Sou um fã ardoroso da tecnologia, porque sei o quanto ela facilita nossa vida. Mas, não é verdade absoluta que a tecnologia vai ser o cerne da aplicação do seu projeto de CRM. Obvio que existem inúmeros sites por assinatura ou software que ter ajudam a criar um maior relacionamento com os clientes de maneira fácil e rápida, mas, não importa se você vai pagar uma assinatura ou comprar esse software, se você vai fazer uma planilha no excel ou anotar tudo sobre o cliente no Evernote, o importante é você entender que o CRM tem que servir como uma ponte, ela tem que ser um elo de ligação que facilita a entrega da sua proposta de valor ao cliente e mostre a ele que ele está transacionando com “pessoas” e não com “empresas”.

2- Enviar lindas mensagens (por qualquer meio) e atender de maneira horrenda

Muitas pessoas entendem que o atendimento offline não precisa ter ligação com o online ou vice versa. Se você decide implantar um projeto de CRM, o motivo tem que ser real, não pode ser porque essa é uma palavra que está na moda e você tem vergonha de falar para os amigos que sua empresa ainda não tem um. O motivo tem quer ser genuíno: criar relacionamento com seu cliente. Portanto, você planeja o envio das mensagens online, via correio… e quando o cliente chegar a loja, o atendimento tem que condizer com as mensagens.

3- CRM não é mandar parabéns pelo Facebook

Ok, você pode mandar parabéns pelo Facebook para seus clientes, mas, primeiro: que seja de uma “página” e não de um perfil (empresas tem que ter páginas, perfil é para pessoas – mas isso é conversa para um próximo post) e segundo, hoje em dia, não significa mais nada você enviar mensagens pelo Facebook, já que você manda porque a própria rede social que faz a lembrança e todos os usuários sabem disso. Portanto, se basear nisso para se aproximar de seu cliente é muito pouco.

Use o Facebook para saber o aniversário e mande um cartão pelo correio, receber cartas ativa parte do cérebro responsável por emoções positivas, logo, seu cliente estará atrelando sua marca com uma emoção positiva.

4- Achar que é preciso mandar um “bom dia” pelo WhatsApp – de 2º a 2º

A não ser que seu cliente seja muito carente, para qualquer outra pessoa isso é irritante. Por via das dúvidas, não faça isso.

5- Criar grupos no WhatsApp sem a permissão do cliente

Grupos de WhatsApp de empresas que enviam promoção de hora em hora, servem para irritar clientes e para que eles saibam todos os preços e procuram pelo mesmo produto na internet, as vezes procurando um preço mais barato.

Lembre-se que você está querendo construir em relacionamento com ele, então foque em construir esse relacionamento e que isso o atraia até sua loja (online ou offline).

Se mesmo pensando em tudo isso, você decidir fazer um grupo, peça permissão ao cliente, antes de o inserir.

6- WhatsApp: Poderia ficar falando o resto do post sobre maneira erradas de usar essa ferramenta como uma maneira de criar relacionamento

Parcimônia e bom senso. Não brigue, não seja grosso, não seja invasivo, responda as mensagens da mesma maneira que você conversaria com o cliente, lembre-se que o foco é trazer ela até o local de compra. Ah, capriche no português.

7- CRM não é ficar mandando ofertas todo o dia

Se sua empresa é uma empresa cuja proposta de valor é ter o preço mais baixo, sempre, então vá em frente. Mas, siga as dicas anteriores.

Caso sua proposta de valor seja outra, use a criatividade para mandar mensagens diferentes: na verdade, você precisa conhecer as particularidades do seu cliente.

8- Não ligue todo dia – ou pense muito bem antes de ligar

Pesquisas “DATA EU” revelam que “80%” dos clientes odeiam atender telefones sem estar combinado, portanto, restringe os telefones, a não ser que seja estritamente necessário.

Notem que o tempo inteiro eu estou tentando fazer com que se consiga entender exatamente de que maneira criar relacionamento, sem ser uma coisa “forçada”.

10- CRM não é a tecnologia, mas como você cria o relacionamento

Nessa altura já deu pra entender que um projeto de CRM pode ser feito por qualquer empresa ou qualquer negócio, desde uma pessoas que vende verdura na rua, até uma revendedora de carro.

O que precisa ficar claro, é que a estratégia de criação de relacionamento da empresa, precisa acompanhar a estratégia da empresa de uma maneira holística, ou seja, precisa acontecer em todos os setores, com todos os funcionários… no mundo online e offline.

Lembra da “ponte”? Pois é. Ela precisa conectar e não afastar. Portanto, a tecnologia pode ser um facilitador.

11- Não é errado fazer CRM usando um caderno

De tanto ler post patrocinados de empresas que fazem software de CRM, parece errado usar outro meio, a não ser os softwares. Se você pensa assim, você está errado.

Vale usar papel, rascunho, caderno, aplicativos, planilhas, fichas… enfim, o que sua imaginação permitir. O que não vale, é não usar da maneira correta e criar uma espécie de “asco” toda vez que seu consumidor receber seu contato. CRM é responsabilidade.

***

E você cliente, conhece alguma empresa que é campeã no CRM? Cite ela nos comentários… e se você tem experiência negativas, cite também (sem citar o nome da empresa)…

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[REVIEW] Geração de Valor

“Desde que nascem, as pessoas são treinadas para agir de acordo com o senso comum. O ensino convencional as estimula a buscar segurança e não liberdade. Com medo de se arriscar, a maioria segue o fluxo da boiada e sonha pequeno, optando por conseguir um emprego estável e passar anos financiando a casa própria”, esse pequeno extrato do livro, escrito pelo próprio autor, mostra bem a essencial do livro.

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Ficou desde o seu lançamento, até hoje (28 de novembro de 2015), na lista dos livros mais vendidos do ano.

Também pudera, seu autor Flávio Augusto, é um empreendedor muito popular nas redes sociais, destaco a sua página no Facebook, onde ele compartilha aprendizados e como conseguiu ascender como um dos maiores empresários do Brasil, somente com muito suor, coragem e visão estratégica. Se você não curte sua página no Facebook, faça isso agora, existem raríssimas pessoas que se dispõem a fazer o que ele faz, de graça.

Não espere um livro padrão, nesse livro, temos muitas charges e figuras, fotos e a escrita dele é não linear. São textos separados, que podem ser lidos em qualquer ordem, sem afetar a compreensão. Talvez, esse formato, seja para amenizar a conteúdo do texto, que muitas vezes, são aquelas “broncas” que temos que levar para reagirmos! São essas “broncas” que precisamos escutar de vez quando, para acordarmos e não desviarmos de nossa rota ou até mesmo, começar uma nova.

Assim como eu, Flávio Augusto, é um profundo incentivador do empreendedorismo. Abrir empresas, por mais que seja difícil, é fugir do padrão que estamos acostumados a ouvir ser pregado aos quatro ventos: faça concurso, tenha estabilidade, arrume um emprego etc etc, além de ser uma maneira de criar e acelerar inovações, desenvolver uma cidade-estado-país, te dá um maior controle nos seu dia-a-dia, te possibilita maior chance de conseguir mais dinheiro e ainda contribuir com a geração de empregos.

Considero esse livro uma leitura obrigatória para todos que estão naquela fase de vida/profissional em que estão sem motivação para agir, realizando tudo de forma mecânica, é uma ode ao não-vitimismo e uma injeção de ânimo! Assim como qualquer remédio, tem efeitos colaterais, você pode achar ruim e não querer mais terminar a leitura, o importante, é que você fique com o vírus da inconformação e de um chute na acomodação!

3 dicas de como usar as redes sociais para melhorar a performance de sua empresa

Sabemos que é cada vez mais necessário uma empresa ter presença digital, principalmente redes sociais. Porém, pior que não ter, é fazer o uso inadequado. Reunimos 3 dicas importantes de como fazer um melhor usa das redes sociais para empresa. Confira.

Dica 1 – Hashtags

O hashtag é uma palavra-chave precedida pelo símbolo #, que as pessoas incluem em suas mensagens. Essencialmente, ela faz com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas com interesses semelhantes, mesmo que eles não sejam seus seguidores ou fãs. Por exemplo, digamos que você seja um fã da Apple e que você esteja pensando em comprar um iPhone 5. Ao pesquisar por “#iPhone5″ em qualquer rede social irá mostrar os posts e fotos de todos os usuários que usaram “#iPhone5″ em suas mensagens. As hashtags aparecem como links clicáveis quando usadas em mensagens, bastando clicar sobre elas para ver todos os resultados relevantes.

Assumindo que o seu perfil nas redes sociais seja público, usar hashtags faz com que as suas mensagens sejam visíveis para qualquer um que compartilhe o seu interesse. Isso faz com que os seus posts não fiquem mais limitados à apenas seus seguidores – o seu conteúdo será acessível a todos os interessados. Escolher a hashtag certa irá ampliar enormemente o alcance das suas mensagens para milhares de potenciais seguidores, fãs ou clientes.

Como usar: Esse blog fala sobre #empreendedorismo

Como não usar: Esse blog fala sobre #empreendedorismo#

Dica 2 – Instagram

A) Escolha bem as imagens: Mais do que nunca, a imagem precisa falar mais do que as palavras. Antes de postar, lembre-se de que a foto é protagonista e precisa passar uma mensagem por si mesma. “Precisa ser uma imagem que chama atenção, que seja fun ou que passe sentimento”, explica Francielli. Cuidado com imagens que tenham piadas de mau gosto ou apelativas.

Se a ideia for mostrar o dia-a-dia da empresa, cheque se a imagem está bem feita. “Tenha cuidado com o que vai postar, não abuse dos filtros, tenha bom senso e não tire fotos que mostrem um local bagunçado, por exemplo”, diz Jakubowski.

B) Faça um planejamento: Não basta criar uma página e colocar fotos bonitinhas de vez em quando. Assim como outras redes sociais, é preciso ter uma estratégia para usar o Instagram. “Tenha um objetivo, veja se quer levar tráfego para o site, se quer gerar consciência sobre a marca ou estimular a participação dos usuários”, diz Francielli.

Faz parte do planejamento montar um cronograma de postagens e pesquisar o que é dito sobre a marca e os concorrentes. “Tem que ter disciplina, para ser atualizado. Faça um cronograma de atividades para cada dia da semana, por exemplo”.

Estabeleça também métricas para avaliar o resultado do uso. “A gente pode observar uma série de coisas, como comentários, se usam sarcasmo ou se é de forma positiva”, indica a gerente da Rae,MP. É possível ainda acompanhar o engajamento, o aumento de seguidores e que tipo de conteúdo agrada mais ao seu público.

C) Incentive a colaboração: Incentivar que os usuários postem fotos com seus produtos é uma maneira que as empresas encontraram se espalhar a marca no Instagram. É possível incluir as imagens no e-commerce e até oferecer brindes no ponto de venda para quem usa uma determinada hashtag, por exempço. “Deve contar com a colaboração o tempo todo para contar histórias e não ficar só com venda de produto”, indica Francielli.

Dica 3 – Facebook

O começo de tudo nesta rede é ter uma Fan Page. Esta é, sem dúvida alguma, a melhor ferramenta que o Facebook oferece para pequenas e médias empresas. E não existe segredo para montar uma. Através do seu próprio perfil na rede você poderá acessar, no canto direito superior, a opção “criar uma página”. Depois disso, é só seguir uma sequência simples que vai da escolha do perfil da página (empresarial, entretenimento, marca ou produto) até a segmentação do público pretendido.

Nossa dica aqui é: aproveite o espaço de descrição da sue empresa para trabalhar algumas palavras-chave importantes para o seu negócio. E, claro, opte por uma descrição curta e direta, que diga realmente o que sua empresa faz. Inserir seu site e telefones para contato também é essencial.

Mais do que ter uma página, é preciso criar conteúdo de qualidade para seu público no canal e, claro, manter uma frequência de postagens. Aliás, se você não estiver disposto ou não puder cuidar disso é melhor nem começar, afinal, pior que não ter uma Fan Page é tê-la e não atualizá-la ou não interagir com seus contatos nela. Esse descaso pode manchar a imagem da sua empresa e dar ao público uma impressão de que você não está assim tão preocupado com ele.

Por outro lado, com um pouquinho de dedicação, você poderá publicar materiais muito atrativos e engajar seu público de uma maneira extremamente positiva para seu negócio. Um simples post pode render centenas de curtidas, comentários e compartilhamentos, ampliando a visibilidade da sua marca na rede e, claro, aumentando diretamente suas possibilidades de negócios!

Fontes:

http://pt.wix.com/blog/2013/11/o-que-sao-hashtags

Como usar o Instagram para promover seu negócio

https://zeropaper.com.br/r/empreendedor/como-usar-o-facebook-para-divulgar-minha-empresa/

4 passos para eliminar distrações no trabalho e ser mais produtivo

  
Enquanto trabalhamos, somos o tempo todo bombardeado com distrações, seja o seu trabalho em casa ou em uma empresa. Só porque você está “trabalhando”, não significa que você esteja fazendo um “bom trabalho”, “fazer o que precisa ser feito”. Pesquisas sobre produtividade no trabalho, diz que gastamos cerca de 20 minutos em cada hora trabalhada, lidando com distrações não planejadas.

Nossa capacidade de entregar produtividade vai depender de nossa habilidade de manter o foco no que realmente importa. Infelizmente, em nosso local de trabalho, temos uma gama de distrações: e-mails que não param de chegar, favores de última hora, mensagens instantâneas(WhatsApp, facebook, Skype) e todas as notificações que lutam para roubar nosso tempo e energia.

Para desbloquear sua versão do “eu produtivo” – e beneficiar suas ideias, trabalho e empresa – você precisa saber melhorar sua habilidade de limitar distrações. É desafiador, mas com pequenas mudanças de mentalidade, é possível mudar alguns conceitos e consequentemente, melhorar sua produtividade a longo prazo.

Aí vão quatro maneiras de lhe ajudar no melhoramento do seu mindset produtivo:
1 – Saber separar o “importante” do “urgente”: Importante e urgente: verificar o que está acontecendo com um bebê que não para de chorar, lidar com alguma crise no escritório, pagar uma fatura vencida.

Importante mais não urgente: Economizar para o futuro, fazer exercícios, dormir de 7 a 8 horas por noite.

Não importante, mas urgente: responder um telefone.

Não importante é não urgente: assistir o ultimo episódio da sua série preferidas, checar o facebook, tomar café e comer uma bolacha.

Quando achamos que estamos trabalhando no mundo urgente, nosso foco cai, porque estamos sobre pressão, por isso a importancia de diferenciar sua tarefas diárias na classificação acima. Resolva rapidamente os assuntos urgentes, para liberar seu cérebro desse estado de urgência e pule para as de mais tarefas.

2 – Adote o estilo de vida “zero notificações”: Foco não é uma coisa fácil. Mas, uma maneira de aumentar o foco no que realmente importa é limitar o número de opções que você tem para procrastinar. Quando estamos trabalhando, e nosso celular apita, nosso cérebro fica em estado de alerta, focando seu racicionio no que está na tela pequena e se você resolve ver o que é, com certeza, você vai perder um tempo grande vendo quais são as últimas do seu feed .
Quando você configura seu celular para não ter notificações, você abre espaço o para o aumento de foco.
3 – Diga “não”: Tente dizer “não” com mais frequência, e você vai ver que isso é crucial para eliminar distrações. Nós com frequência, achamos que falar “não” é de alguma maneira desrespeitosa. Mas, com medo disso, nosso “sim” começa a acumular eventos e favores que nos prejudicam. Lembre-se: um respeitoso e sincero “não” é melhor do que um mentiroso e falso “sim”.
4 – Comece (e não pare!): Se você precisa fazer um grande orçamento para um cliente, precisa pintar sua casa ou planejar sua viagem, o primeiro passo é começar. Talvez, seja o mais difícil, pense em quantos projetos que você tem engavetado em sua mente e que nunca saíram de lá.

Comece seu trabalho, sempre planejando o próximo passo, dessa maneira, o seu start vai desencadear um processo que só terminará na entrega da tarefa.
Construir um espaço e mais, importante, uma mentalidade que te faça ser produtivo sempre vai passar por saber separar o urgente do importante, desligar as notificações de suas redes sociais, saber dizer não e por último, mas não menos importante, dar o start. Que tal dar um start na sua semana aplicando esses 4 passos?

3 maneiras de melhor usar as redes sociais que você utiliza todo dia

Muitas pessoas estão, sem saber, deixando de aproveitar as oportunidades que aparecem nas suas redes sociais. As mídias sociais estão cada vez mais acessíveis, e a maneira como temos acesso a elas, faz com nossa geração passada tenha um pouco de inveja – primeiro porque nos dias atuais, já nascemos conectados, manter e criar contato é muito fácil e segundo, a facilidade de acessar e usar as redes sociais, é natural para os nativos dessa era.

Uma poderosa rede de contatos é essencial para todo empreendedor e profissional que almeja o sucesso. Já ouviu aquela máxima: “Não sei fazer, mas tenho o contato de quem sabe”? Com as redes sociais usadas da maneira correta, você pode ter o contato de muita gente que saber fazer o que você não sabe!

Encontrar pessoas no mundo digital é simples…contata-las, mais simples ainda. Cynthia Johnson, Diretora de Mídias Sociais da RankLab, nos dá dicas de como utilizar de forma a construir uma poderosa rede de contatos, com as redes sociais que utilizamos todo dia.

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Crédito: Entrepreneur.com

TWITTER

Twitter é a rede social mais subutilizada, segunda ela. “Todo mundo tem, mas poucos sabem usá-lo”. “As pessoas mais importantes no Twitter não tem um monte de seguidores. Seguir poucas pessoas, te faz conseguir observar todo o que está sendo dito de importante, e poder se engajar no assunto, consequentemente, construindo e conquistando contatos”, complementa.

Uma boa sugestão é procurar alguma pessoa que seja relevante para o seu negócio ou área (para isso você pode utilizar a pesquisa avançada do Twitter, procurando por empresa, título ou nome da pessoa), e em seguida comentar sobre alguns de seus tuítes, ou dar um RT e começar a segui-lo. Assim, você está criando uma conexão inicial e sendo visto. Se por acaso, essa pessoa te seguir de volta, envie uma mensagem privada – DM – com seu email, contando brevemente porque você o seguiu.

FACEBOOK

A parte mais interessante para criar redes de contatos no Facebook, ironicamente, é a que pouca gente utiliza: os grupos. Eles são literalmente o que o nome sugere: um grupo. Segundo o site Significados, “(…)a unidade de ação de um grupo social é fundamental e se produz em virtude da conduta de seus membros, a fim de que a ação do grupo, como um todo, tenha um propósito”, em vários grupos que eu participo, isso é muito levado a sério. Posso dar como exemplo, ao participar de um grupo de Start-Ups, comentei que fazia consultorias ao ver as dificuldades de alguns membros expostas, naturalmente buscando soluções e eu a partir daí, consegui vários contatos e consequentes trabalhos relacionados a minha expertise.

Para localizar e acessar grupos , é só usar a pesquisa do Facebook e pesquisar os tipos de grupos que você gostaria de estar envolvido. Uma vez que você abrir um grupo, o Facebook irá sugerir outros grupos relacionados para participar. Se um grupo é listado como privado e você quer se participar, é só pedir para participar. Não tenha medo de não ser aceito.

LINKEDIN

Há duas maneiras de construir uma rede no LinkedIn. A primeira é procurar os contatos de seus contatos. Se alguém é um contato de segundo grau no LinkedIn, então você pode facilmente enviar um convite para se conectar.

A segundo maneira, como no Facebook, é utilizar os grupos. Grupos do LinkedIn permite que as pessoas que não tenham contato ou se conhecem, passar a se conhecer. Aqui vale o mesmo conselho do Facebook, escolha um grupo, crie tópicos, comente os existentes, ajude as pessoas e seja ajudado.

Eu sei que essas dicas podem parecer um tanto quanto óbvias, mas as vezes, o óbvio precisa ser dito para que possamos perceber e principalmente por em prática. Há muitas outras maneiras de conseguir utilizar as redes sociais para criar uma rede de relacionamentos que funcione, essas maneiras são uma mescla de como eu faço +  conselhos de uma expert no assunto. Quais são as suas maneiras?

Confisco da poupança: Boato ou realidade?

No mês passado, os saques da poupança atingiram valor recorde de R$ 6,3 bilhões – montante ainda maior que os R$ 5,5 bilhões de janeiro. Um dos motivos que fizeram isso, foi a dúvida de 9 em cada 10 poupadores: a poupança vai ser confiscada?

Guardar dinheiro na poupança, pode não ser uma boa opção. Fonte: Pixabay
Guardar dinheiro na poupança, pode não ser uma boa opção. Fonte: Pixabay

Esse boato começou a ser espalhado em meados de 2014. Voltando com força total em 2015, em mensagens do Whatsapp e Facebook. Inicialmente, fiquei um pouco receoso, então, decidi pesquisar para me certificar e ajudar a todos que estão com esse mesma dúvida.

A primeira vez que aconteceu o que tantos temem – o confisco da poupança – foi nos anos 90, no governo do então Presidente, Fernando Collor. Ele, juntamente com sua equipe, com uma medida provisória, resolveu  bloquear todas as aplicações com valores superiores a 50 mil cruzados novos, a moeda da época. A justificativa era de conter o consumo e estabilizar a inflação, que era de aproximadamente 30% ao mês, em 1990.

Mas, esse plano, que foi feito as pressas, sem muita análise dos fundamentos econômicos, não deu certo. Quatro anos depois, a inflação chegou a uma média anual de assustadores 764%. Precisando que o Governo da época – que já não era mais o do Collor – tomasse sérias e drásticas medidas econômicas, entre elas, a criação do Real.

Hoje, por mais que eu tenha sérias críticas ao Governo Dilma, acho absolutamente remota a possibilidade de confisco, da poupança ou outras aplicações financeiras.

Uma medida coma esse é muito impopular! A imagem desse governo já está desgastada, diria que ao extremo, portanto, eles não iriam querer desgastar ainda mais. Além disso, para que um confisco fosse real, teria que existir a aprovação do congresso e devido a perda de influência da Presidenta naquele recinto, com certeza não haveria consenso para aprovação.

Portanto, não se preocupem com a pergunta inicial. Se você tirou o seu dinheiro da poupança, você fez a coisa certa pelo motivo errado. Segundo o banco central, a poupança no dia 12 de março de 2015, está remunerando seu suado dinheirinho em módicos 0,6% ao mês. Nem podemos considerar a poupança um investimento, já que a inflação está prevista em 7% ao ano.

Aproveite que agora você sabe que o confisco é boato e que a poupança está pagando menos do que a inflação, comece a pesquisar maneiras de fazer seu dinheiro render mais. Quem sabe você não encontra uma oportunidade disfarçada para empreender?

Mark Zuckerberg tem uma resolução agressiva para 2015, e você?

Na última semana de cada ano, Mark Zuckerberg faz uma resolução de ano novo agressiva. Em um ano ele decidiu comer somente a carne do animal que ele matasse e em outro ano ele decidiu aprender mandarim,

Esse ano, ele decidiu devorar livros(não no sentido real, claro! :D) e criar seu próprio clube da leitura, a página se chama A year of books, boa pedida para quem quer participar da discussão, mesmo que só pra stalkear e claro, aprender.

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Mark disse que ele lerá um livro a cada 15 dias, postando em sua página no facebook qual o livro da vez, para que outros possam ler e com isso, criar um embate.

Essa resolução foi inspirada por centenas de comentários em sua página, no começo de dezembro, ele tinha pedido sugestões e seus seguidores não perderam tempo!

O primeiro livro que ele vai ler será “O fim do poder”, escrito por Moisés Naim.

Aqui está o texto que ele postou no facebook:

“Meu desafio para 2015 é ler um livro novo a cada 15 dias — com ênfase em aprender sobre culturas diferentes, crenças, história e tecnologia.

Obrigado a todos os 50 mil de minha comunidade virtual que me deram sugestões diferentes de desafio.

Muitos propuseram desafios relacionados a leitura, Cynthia Greco sugeriu que eu lesse um livro por mês, escolhido por outra pessoa — e conseguiu 1900 curtidas pela sua sugestão. Rachel Brown, Bill Munns, Marlo Kanipe e outros sugeriram que eu lesse a Bíblia. Meu amigo Amim Zoufonoun sugeriu que eu lesse e aprendesse tudo que eu pudesse sobre um país a cada semana.

Eu estou bastante excitado pelo meu desafio de leitura. Eu encontrei livros verdadeiramente bons. Livros que vão me permitir explorar um novo tópico e me fazer adentrar de um modo mais profundo naquele assunto, coisa que nenhuma mídia atual não proporciona. Eu estou procurando seguir adiante com minha “dieta de mídia”, e ler esses livros vão me ajudar.

Se você quiser me seguir nesse desafio e ler os mesmos livros que eu, eu criei uma página no facebook, ela se chama A year of books, lá eu postarei o livro que estou lendo. Por favor, somente participe da discussão se você estiver lendo o mesmo livro e tem realmente um ponto relevante a considerar. O grupo será moderado para que não perca o foco.

Nosso primeiro livro do ano será O fim do poder, escrito por Moisés Naim. É um livro que explora como o mundo está transformando a maneira como ele empodera as pessoas, em detrimento das formas tradicionais como governo, militarismo e organizações. A tendência é fazer com que as pessoas tenham um grande poder, cada vez mais, e eu acredito profundamente e por isso, estou lendo este livro e em busca de explorar mais detalhes.

Eu fiquei muito grato com todas as ideias de desafios que recebi. Muitos de vocês sugeriram que eu doasse dinheiro para ajudar os necessitados — e Priscilla e eu, pretendemos continuar com nossos trabalhos filantrópicos. Nós entraremos em discussão sobre esse assunto brevemente. Algumas pessoas sugeriram que eu encontrasse uma nova pessoa cada dia. Esse foi meu desafio em 2013. Outras sugeriram que eu desse aulas. E fiz isso também, e eu amarei fazer isso de novo e claro, vou engajar mais em educação nos próximos anos.

Obrigado mais uma vez por todas as sugestões, e estou em busca do meu ano de livros!”

Bom, depois de conhecer algumas das metas de Mark, eu me sinto um tanto quanto envergonhado. Mas, ele é meu metamodelo, espero chegar perto do que ele faz, de acordo com as decisões que estou tomando.

Já fiz várias resoluções esse ano, algumas delas, envolvem mudanças neste blog, e outras não são tão agressivas como a do Mark, mas não deixam de ser importantes.

Destaco uma, ler um livro a cada mês. Cada livro que eu ler, colocarei a resenha aqui nesse blog para que vocês possam trocar experiências e aprender com a minha.

Qual a sua? (se ainda não tem, pense em que ainda dá tempo!)