Entenda porque o Facebook pagou Us$19 bi pelo WhatsApp

Com US $ 19 bilhões, o Facebook poderia ter comprado Sony, Gap ou quatro porta-aviões. Em vez disso, ele comprou WhatsApp , uma empresa que vende sua assinatura anual (depois de um ano grátis!) por US$0,99. Isso é loucura! muitas pessoas estão pensando isso!

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Mas… analise sobre o que exatamente está o Facebook está comprando:

Usuários novos. WhatsApp conseguiu cerca de 450 milhões de usuários ativos mensais em 5 anos, 70 % dos quais estão onlines todos os dias , o que é cerca de três vezes mais do que o Facebook teve depois de 5 anos e quase 10 vezes mais do que o Twitter ou o Skype tinha. Para ser sincero,  esses números traduzem vendas minusculas, e provavelmente, a maioria dessas pessoas já usam o Facebook. Por outro lado , estes são usuários que o Facebook está preocupado em perder ;

Um novo modelo de negócio. Ao contrário do Facebook e a maioria dos outros gigantes da Internet, WhatsApp utiliza um modelo de receita baseado em assinatura , cobrando de seus usuários $ 0,99 – somente um ano após o primeiro ano de uso.  Além disso, em uma abordagem diferente do Facebook , há um compromisso de não ter nenhuma publicidade e, achamos que, não há exploração comercial dos dados do usuário. A aquisição pode ajudar a entender como o Facebook para executar com êxito um novo modelo de negócio que pode substituir seu modelo atual;

Melhorias para o modelo de negócio existente . O volume de mensagens diárias de WhatsApp se aproxima do volume de SMS de toda a indústria de telecomunicações global, e enquanto o Facebook tornou-se o meio para grandes anúncios de eventos da vida, para as conexões diárias (contar novidades, contar algum segredo etc) é preciso algo mais intimista, como uma aplicativo de mensagem de texto . Sem dúvida, esses dados de usuários do WhatsApp poderiam e muito aumentar a capacidade do Facebook para escolher os relacionamentos mais importantes das pessoas , de todos os seus contatos , e fazer uma publicidade mais bem dirigida;

Internacionalização . Facebook Messenger tem muitos usuários nos EUA, mas não em outros países . Em mercados como a Índia e a América do Sul, WhatsApp é muito mais popular do que o Facebook Messenger. E é aí que , pensamos, a tendência das redes sociais é algo mais intimista e móvel! e é evidente que o Facebook quer ser parte disso, assim que puder;

Se você listar todas essas razões para o negócio, e jogar alguma pressão concorrencial por parte das empresas como Google , o número 19 bilhões de dólares pode não parecer tão grande e louco. O tempo dirá . Mas, independentemente de como esse negócio sair, o perdedor sem sombra de dúvidas, em nossa opinião, é a indústria de telecomunicações , que atualmente tem cerca de US $ 100,000 milhões por ano de receitas de serviços de SMS a nível mundial.

Ao mesmo tempo que o Facebook fez um investimento, essa compra também significa uma perda, pois, não inovando, uma outra empresa criou um novo mercado, que com certeza, estava ameaçando a soberania da rede social mais utilizada do planeta!

Mora da história: Inove, sempre!

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[Review] O maior vendedor do mundo

Og Mandino, é um autor polêmico. Uns o acusam de charlatão, outros o idolatram. Confesso que eu estava do lado dos primeiros. Estava. Até eu ler o livro dele intitulado “O maior vendedor do mundo”.

Gosto muito de filmes, um dia, assistindo o filme brasileiro “De pernas pro ar”, a protagonista que era uma ótima vendedora, tinha como livro de cabeceira, este que estamos falando. Juntando o que eu já tinha ouvido falar + a curiosidade que o filme aguçou, decidi por lê-lo.

Posso dizer que o livro é muito bem escrito. O autor sabe usar as palavras. A história desse livro é continuação de um outro livro que se chama “O maior sucesso do mundo”, mas, se você não ler o primeiro, pode ler o segundo sem medo de ser prejudicado(foi o que eu fiz).

O autor mistura a história de personagens conhecidos por todos, como Jesus, sua mãe, e alguns de seus apóstolos, com seus personagens fictícios. Essa mistura de fé com vender, saber falar, deu muito certo. Vender, é convencer o outro de que sua idéia/produto/serviço é essencial e que mesmo sem saber, ele tem a necessidade de adquiri isto. Não muito diferente do que os apóstolos e Jesus faziam, eles, por meio de palavras tinham como objetivo não convencer, mas, converter sua platéia. Qualquer semelhança com os vendedores não é mera coincidência! Ponto para o autor.

A parte principal do livro, são os 10 pergaminhos de votos do sucesso. Pergaminhos no qual se atribuem o sucesso da pregação de Paulo e do sucesso comercial de Hafid, o protagonista do livro. Essa parte, o autor deixa, sabiamente, para o final.

É nessa parte que mudou minha cabeça e eu sai do grupo que achava bobagem o livro, para o grupo dos que acham esse livro uma sessão de coaching!

Não vou colocar os 10 votos de sucesso aqui, só vou colocar uma parte do voto 1:

” Nunca mais irei lamentar ou diminuir a mim mesmo”

Essa frase já tem um grande peso, e o contexto como ela foi inserida, faz qualquer que queira mudanças positivas na vida repensar suas atitudes em relação a como estamos nos vendendo e principalmente, como estamos nos vendo!
Sensacional!
Só consegue grande mudanças, quem sabe de suas limitações, mas planeja para transforma-la em alavanca, e não fica na lamentação.

Um dia, ouvi numa aula que

mente e corpo formam um só sistema,

e acredito nisso! Temos que cuidar dos nossos pensamentos, para depois planejar, executar e controlar!

Esse primeiro voto tirado do livro, tem tudo haver com isso!

O livro é bem pequeno, apenas 150 páginas. Indico esse livro para quem deseja alcançar alguma meta, seja no estágio que estiver da carreira. Mas, ler e principalmente, por em práticas os votos.

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