Porque agir confortavelmente com o desconforto é crucial para o sucesso

Em um mundo cada vez mais competitivo, perigoso e acelerado, você tem que assumir riscos, sair da sua zona de conforto, agir no desconforto da incerteza… quem faz isso, certamente, colherá melhores e maiores resultados.

Todo mundo se lembra de quando começou a faculdade, certamente essa é uma época em que saímos, total, de nossa zona de conforto. Se você cursou uma faculdade longe da casa de seus pais, você saiu muito da sua área de conforto, mais do que aqueles que cursaram uma faculdade mais perto. Essa pode ser a primeira, podemos perceber que se não estivéssemos arriscado, entrado para uma faculdade, não estaríamos onde estamos hoje. (Notem que eu peguei o inicio de um curso de graduação como exemplo, mas você, pode substituir isso porque qualquer outro evento que simboliza sua “primeira saída da zona de conforto”).

Quando saímos da zona de conforto, entramos em uma zona de coragem. O fato de você ter entrado nessa nova zona, já te traz novos oportunidades, capacidade de criar e uma influência para novas decisões que envolvem zona de conforto X zona de coragem.

 

Quem não sai da zona de conforto, não conhece sua própria força...
Quem não sai da zona de conforto, não conhece sua própria força…

Margie Warell, uma reporter da Forbes Magazine, fez uma entrevista com vários empreendedores de sucesso, para fazer seu livro “Stop playing safe”, e chegou no denominador comum, ou o ponto em que a fala de todos convergiam: todos os empreendedores de sucesso, forjaram seu próprio caminho, e que no atual mundo em que vivemos, globalização, concorrência acirrada, só alcançaremos nossas metas, chegando ao sucesso, se estivermos dispostos a aceitar a mudança e arriscar o desconforto do fracasso. Resumindo, devemos estar dispostos a se sentir confortável com o desconforto envolvido com a tomada de riscos.

Ao longo de nossas carreiras devemos continuamente avaliar se estamos deixando o nosso medo do fracasso nos impedirde tomar ações, e se engajar nas conversas, que vai nos mover para a frente e trazer o impacto que queremos. Novamente e novamente nós temos que decidir:

  • Eu continuo fazendo o que sempre foi feito, ou crie novas soluções para velhos problemas?
  • Eu proativamente buscar novos desafios ou apenas gerencio aqueles que tenho?
  • Não corro o risco de ser exposto e vulnerável, ou estou agindo para proteger o meu orgulho e pseudo “poder”?
  • Eu pergunto por que eu realmente quero, ou aceito o que outros querem me dar?
  • Eu “dou a cara pra bater” para garantir que os outros saibam o que eu sou capaz de fazer, ou não “ligo para que os outros acham” por isso não arrisco?
  • Eu falo o que penso ou morder o lábio, para que eu não penas plissado ou me sujeitar às críticas?

Claro, estar disposto a assumir um risco não significa que tudo o que você tentar vai dar certo. Mas, como cada pessoa bem sucedida irá dizer, é só por estar disposto a cometer erros e tentar algo novo que você pode sempre fazer mais do que aquilo que já foi feito antes.

Daqui a dez anos haverá pessoas que alcançaram o sucesso. Enquanto não sabemos o que eles vão ser, uma coisa é certa – eles não vão ser pessoas que tenham ficado dentro de sua zona de conforto. Ao contrário, eles serão as pessoas que continuaram a “esticar-se”, mesmo quando as coisas estão indo bem, e que estão dispostos a falha ou parecer loucos ao arriscar. A pergunta é – você será uma delas?

No nosso mundo cada vez mais competitivo, há pouca segurança em ficar somente no “seguro”. Estar disposto a sair da zona de conforto e abraçar o desconforto é cada vez mais crucial para o sucesso no trabalho e na vida.

 

Este artigo foi adaptado do original, http://www.forbes.com/sites/margiewarrell/2013/04/22/is-comfort-holding-you-back/” , da Forbes Magazine.

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Como não agir em vendas

Estava trabalhando no meio de planilhas e hp12c, quando a pessoa responsável por compra, me chama para umas sugestões na aquisição de determinado produto.

Antes, do vendedor chegar, o “comprador” me disse que faria a compra de vários produtos.

Porém, quando o “comprador” e eu acabamos de escolher o produto… rapidamente o vendedor fechou o pedido, guardou o tablet com os mostruários… e nem deu tempo para novos pedidos.

....ou como ter resultados péssimos!
….ou como ter resultados péssimos!

Péssimo para ele, e pior ainda para a empresa que ele representa.

Nada pior do que um funcionário robô: aquele que faz só aquilo para o qual foi programado. Esse tipo de pessoa, não consegue enxergar o mundo de possibilidades que é venda.

O que eu sempre prego: não adianta querer bons resultados se suas atitudes são medíocres! Pense nisso.

Como anda seu Q.E ?

Em outras épocas, a única coisa que importava ao profissional, era aumentar seu Q.I(Quociente intelectual), nos dias atuais, isso não é suficiente. É preciso também, ter um Q.E(quociente emocional) tão ou mais desenvolvido que o Q.I.

Mas, afinal o que é o Quociente emocional?

Daniel Goleman, autoridade quando se pensa em Inteligência emocional.
Daniel Goleman, autoridade quando se pensa em Inteligência emocional.

Quociente emocional ou Inteligência Emocional é um conjunto específico de aptidões utilizadas no conhecimento e processamento das informações relacionadas à emoção. O termo “Inteligência Emocional” foi cria do norte-americano Daniel Goleman. Surgiu na década de 90 e significa a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar o estado emocional próprio ou de outra pessoa de forma organizada.

Podemos dizer que possuímos duas mentes, consequentemente, dois tipos diferentes de inteligência: racional e emocional. Nossa performance na vida é determinada não apenas pelo QI (Quociente de Inteligência), mas principalmente pela Inteligência Emocional. Na verdade, o intelecto não pode dar o melhor de si sem a Inteligência Emocional, ambos são parceiros integrais na vida mental. Quando esses parceiros interagem bem, a Inteligência Emocional aumenta e também a capacidade intelectual. Isso derruba o mito de que devemos sobrepor a razão à emoção, mas ao contrário, devemos buscar um equilíbrio entre ambas.

Baixo Q.E: é fácil notar quem tem!
Baixo Q.E: é fácil notar quem tem!

Infelizmente, a formação acadêmica não oferece praticamente nenhum preparo para as adversidades ou oportunidades que a vida impõe, principalmente nos dias atuais, de alta competitividade, com o estresse acompanhando os profissionais desde o inicio da carreira. Um alto QI não é mais garantia de prosperidade, prestígio ou felicidade, é ainda, nossas escolas e cultura concentram-se na capacidade acadêmica, deixando de lado o desenvolvimento da Inteligência Emocional. A boa noticia é que as emoções são um campo com o qual podemos lidar,  da mesma forma como matemática ou estatística.

No trabalho, podemos usar a inteligência emocional, quando fazemos o uso racional de nossas emoções, em outras palavras, fazer com que suas emoções trabalhem a seu favor, de maneira a ditar um comportamento e bom raciocínio, de maneira que seus resultados sejam sempre positivos. Como qualquer aptidão, esse também pode ser adquirida, é claro que existem pessoas que praticamente já nascem sabendo usá-la, outras nem tanto, se você se enquadra no segundo grupo, saiba que com treino, você pode ter um aumento significativo dessa inteligência.

Comece hoje mesmo a treiná-la! Com um bom Q.E, você terá resultados positivos em negociações diversas, seu pensamento será mais fluído, além do seu estresse, que será diminuído. Não é fácil, sabemos, mas… é necessário! então, mãos-a-obra!

Você já teve algum problema por causa do não uso da inteligência emocional? quer contribuir para a discussão? deixe seu comentário.

[Review] Aos pés do mestre – do espiritual ao profissional

A resenha de hoje é de um livro chamado “Aos pés do mestre”, escrito por Krishnamurti, publicado pela editora Pensamento.

Esse livro foi indicação de um médico, sim, ele é o primeiro médico que dá uns receita com livros e outra com remédios.

É um livro, muito rápido e fácil de se ler. Li o livro todo no mesmo dia.

É um livro que fala da maneira que devemos nos portar para que possamos evoluir espiritualmente. Antes que você pare de ler, a evolução exige autoconhecimento, e esse prática deve ser constante para quem está aprendendo e empreendendo.

A parte que eu posso destacar, é a parte inicial, no qual o autor nos fala como devemos nos portar para conseguirmos “nos dar bem”: discernimento (pensar em nossas ações e analisar se realmente estamos sendo éticos, sinceros conosco, e se estamos seguindo o caminho que leva ao nosso propósito – notem que a metáfora, caminho, cria um mapa em nossa mente, que nos remota a todas nossas ações), desapego (essa é difícil, mas ótima – devemos ter tudo, sabendo que é passageiro, porque quando não tivermos mais, estaremos preparados e não sofreremos – TUDO mesmo!) , boa conduta (envolve, mais uma vez, uma análise em toda a nossa “caminhada”) e amor (diz respeito a como nos sentimos sentimentalmente nas nossas ações, quando mais amor, mais chance de êxito).

Notem que eu tentei ao máximo, adaptar o livro ao nosso contexto, que é o assunto desse blog, por isso o titulo “do espiritual ao profissional”.
Mas, nossa vida é una, não acredito na divisão pessoal-profissional, toda área tem um ponto de interseção com a outra.m

Vale a pena ler esse livro, porque você vai refletir suas ações, e fazer alguns ajustes necessários para chegar ao que você se propôs.

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Estudar empreendedorismo sem fazê-lo…

… é como estudar apreciação musical sem escutar nenhuma música.

O ganho de montar uma barraca de limonada na frente da sua casa para matar a sede dos trausentes (ou o que você fizer que seja equivalente ao seu sonho) é 100% interno. Enfrentar o medo e o desconforto de fazer algo por si só, dizer ao mundo: “Fui eu que criei”, são os melhores ganhos de um empreendedor.

É impossível entender sobre o que é ser um empreendedor, sem empreender… assim como não é possível entender como é ser um artista, sem fazer arte.

Adaptado de: Studying entrepreneurship without doing it, Seth Godin