50 coisas que você não utiliza mais por causa da tecnologia!

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1 -Ligar para cinemas para ver a hora do filme

2 – Visitar uma agência de viagens para planejar suas férias

3 – Gravar seus programas favoritos em VHS

4 – Ligar 102 para encontrar o número de alguém

5 – Usar telefones públicos

6 – Reservar ingressos por telefone

7 – Revelar fotos

8 – Colocar anúncios nas paredes

9 – Ligar 130 para ver a hora exata

10 – Levar Cd´s ou fita cassetes

11 – Escrever cartas à mão

12 – Comprar máquinas fotográficas analógicas

13 – Comprar cartão de telefone público

14 – Gravar listas de músicas em Cd´s

15 – Comprar selos

16 – Usar agenda telefônica

17 – Levar uma mapa durante uma viagem

18 – Fazer chamadas a cobrar

19 – Ir ao banco

20 – Comprar coisas pela TV (Tipo Shoptime)

21 – Ter uma enciclopédia

22 – Renovar registros de carro no DETRAN (Infelizmente, aqui no Brasil é assim)

23 – Comprar filmes fotográficos

24 – Ler as “listas amarelas”

25 – Procurar algo no dicionário

26 – Lembrar de números de telefone

27 – Assistir Dvd ou VHS

28 – Ter folhas de papel carta

29 – Usar lista telefônica

30 – Usar “pagers”

31 – Enviar fax

32 – Ter uma coleção de DVD

33 – Pagar com cheque

34 – Criar um Álbum de fotos

35 – Assistir um programa de tv, no mesmo horário que passa na tv

36 – Esquentar bebidas no fogão

37 – Provar tênis em lojas

38 – Discar *69 para encontrar chamadas perdidas (comum nos EUA)

39 – Lavar roupas à mão

40 – Propagandas em jornal

41 – Mandar cartas de amor

42 – Fazer tarefas estudantis a mão

43 – Comprar flores em floricultura

44 – Ler em um dicionário a pronuncia de uma palavra

45 – Ter um diário

46 – Mandar cartões postais

47 – Comprar jornal

48 – Secar roupa no varal

49 – Imprimir extratos bancários

50 – Ir em”Feiras de artesanato” ou “Feira da lua”

Concordam com todas? algumas você ainda utiliza? Você enxerga esses item como uma ameaça ou oportunidade para seu negócio? #pensenisso

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Planejei… E agora?

Planejamento é necessário. Na área empresarial, é a palavra chave, seguida de execução. Não tem sentido, gastar recursos ao fazer um planejamento, e não coloca-lo em execução.

Muitas vezes, o projeto não é colocado em prática por falta de ferramentas que ajude na hora do desdobramento, definir o que será feito, por quem, e até quando… São alguns dos critérios provenientes dessas ferramentas.

Todo projeto, planejamento ao ser executado pode ser posto em prática por essas ferramentas, desde o Plano de negócios (que vimos o modo de fazer em outro post) até um Plano de internacionalização.

As ferramentas são as seguintes, 6W-2H e a SMART. Vamos detalhar as duas ferramentas? Nos acompanhe!

6W-2H

O nome dessa ferramenta se dá porque ela é formada por palavras inglesas, que são: what, why, where, who, when, with, how much e how.
Deve ser separado o projeto em partes executáveis, e para cada parte responder essas perguntas:

What – o que fazer? Nesse item, será descrito o que a deve fazer, detalhadamente!

Why – Porque fazer? Descreva a relevância de fazer isso. Se você não consegue achar nada para responder esse item, provavelmente este item pode ser eliminado.

Where – Onde será feito? Neste item, deve ser especificamente o local onde ocorrerá a ação.

Who – Quem será o responsável pela ação?

When? Quando será feito? Deve ser estipulado o prazo máximo.

With – Com que recursos? Notem que foi usado a palavra recursos, que é bem abrangente, podendo se tratar de pessoas ou até mesmo dinheiro.

How much – Quanto vai custar essa ação?

How – Aqui será feito um detalhamento, tudo que não foi comentado até agora, será posto neste último item.

SMART

O próximo item é o Método SMART. Este nome é sigla em inglês das palavras: Specific(objetivo), Measurable(mensurável), Achievable(realização), Relevant(relevância) e Time bound(cronograma).

Neste método, deve-se detalhar a ação de acordo com a definição de cada sigla.

Objetivo especifique detalhadamente o propósito do seu plano.

Mensuração Demonstre como o desenvolvimento ou progresso será medido.

Realização mostre como seu objetivo pode se tornar realidade.

Relevância Diga o propósito do projeto e se ele é viável.

Cronograma Aqui deve set determinado o objetivo de tempo para a realização.

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Certamente, a execução de qualquer planejamento será facilmente executado depois da apresentação dessas metodologias. Aqui, foi procurado passa-las de uma maneira muito didática, para fácil aplicação. Esperamos que seja de grande ajuda!

Em nome do sim…

Sim, é bom entregar seu trabalho.
Sim, você é capaz de fazer a diferença.
Sim, isto é importante.
Sim, você pode ignorar aquela crítica.
Sim, sua coragem vale a pena.
Sim, acreditamos em você.
Sim, você pode sempre ser melhor.
Sim.

Sim é uma oportunidade e uma obrigação. Quanto mais encontramos pessoas que nos confrontam, dizendo que não somos capazes, e sempre nos dando um “não”, mais somos obrigados a conseguir um “sim”.

Sempre haverá pessoas, ansiosas por criticar(não construtivamente), procurar defeitos e mandarmos irmos mais devagar. O seu trabalho, por enquanto, é reforçar ainda mais o poder do “SIM”.

Adaptado de: “On behalf of yes”, Seth Godin.

Como vai o seu “Marketing”?

E aí, como vai o seu “Marketing” ?

Quando falamos em Marketing, talvez o conceito, errôneo, que vem a cabeça de todos é propaganda. Quando aprofundamos o estudo, percebemos que Marketing é muito mais do que isso!

Marketing é o processo usado para determinar que produtos ou serviços poderão interessar aos consumidores, assim como a estratégia que se irá utilizar nas vendas, comunicações e no desenvolvimento do negócio. A finalidade do marketing é criar valor e satisfação no cliente, gerindo relacionamentos lucrativos para ambas as partes. (Wikipédia)

Depois dessa pequena dessa definição, podemos pensar que a partir do fato de você ter uma empresa, um produto… Você já está colocando em prática, conceitos de Marketing. Se você não obtém o resultado, talvez a aplicação não esteja sendo feita corretamente. Vamos ver alguns conceitos básicos em forma de questionamentos que devem ser observados para um melhor resultado:

Praça é isso... mas, para o Marketing, não é só isso!
Praça é isso… mas, para o Marketing, não é só isso!

 

Praça: Não, não estamos falando da praça da sua cidade. Quando se pensa em praça, devemos analisar a situação de mercado em que sua empresa está inserida. Existem muitos concorrentes? Se sim, como eles agem? Meus consumidores em potencial tem facilidade em comprar de concorrentes?

Preço
Você precifica corretamente?

 

Preço: como está meu preço em relação aos produtos concorrentes? Estamos entregando um preço que satisfaça o consumidor? Tenho o conhecimento do meu custo? Essas questões devem ser analisadas quando falamos de preço.

 

Isto também é um produto!
Isto também é um produto!

Produto: que tipo de produtos meus potenciais clientes buscam? O produto que eu ofereço, satisfaz a necessidade de meus clientes? Surpreende-os? Eu agrego VALOR no meu produto? (Notem que foi usado valor e não preço…)

 

É dessa forma que você promove sua empresa?
É dessa forma que você promove sua empresa?

 

 

Promoção: Quando fala – se em promoção, não se deve limitar a abaixar o preço, para aumentar o fluxo da loja, o que deve ser observado é: a forma como eu exponho o produto, faz como o cliente se sinta motivado a comprar? Meus vendedores conhecem o produto e são capazes de responder a todos as dúvidas dos clientes? O lugar onde estou localizado é agradável? A iluminação é satisfatória? Como é o atendimento pós venda?

Notem que todos esses questionamentos apresentados podem ser usados para qualquer situação: uma vendedora ambulante, uma loja virtual, um professor, enfim! Qualquer pessoa que deseje um crescimento, pode usar esse tópico. Se você gostou desse dica, e pretende utilizá-lá, você esta prestes a utilizar os 4 P’s de Marketing!

Se surgir alguma dúvida, nos contate, deixa – a nos comentários. Bons negócios! 🙂

Pra que isso?

Se, setenta anos atrás, você perguntasse a Henry Luce, pra que serve a revista “Time”? Ele provavelmente responderia, que ela serve para mostrar os eventos sociais mais importantes dos EUA, chamar a atenção de pessoas com uma boa educação e poder social, e é claro, entregar as melhores novidades da semana.

Hoje, a resposta seria: a proposta da revista é fazer tanto dinheiro quanto possível. Todo o resto esta a favor desse objetivo.

O lucro costumava ser a consequência do alcance das metas e objetivos. Hoje, o objetivo é aumentar o lucro. No caso da Times, percebe-se a perda da qualidade.

Se você perguntar para o Gerente de uma cantina de uma escola, qual o objetivo de vender lanche nas escolas, a resposta não será:

Educar crianças sobre a importância de uma alimentação saudável e ajuda-lás a fazerem escolhas saudáveis com relação a comida.

Não, a resposta provavelmente será esta:

Alimentar as crianças rapidamente, gerar lucro, independente se os pratos são saudáveis.

E se você perguntar a alguém que gerência uma empresa que vende acessórios para cozinha, a resposta provavelmente nao terá nada a ver com, descascar uma laranjas de maneira fácil e eficiente, com acessório durável… A resposta honesta será, fabricar itens fáceis, que quebrem rápidos e que possam ser vendidos em grande quantidade, gerando muito lucro.

Na maioria das empresas, a resposta será sempre a mesma, “para agradar meu patrão”.

Mas, vem cá… A resposta do “pra que isso?” É sobre as decisões não obvias que temos que tomar.

Eu acho que maximizar o lucro pode ser um ótimo objetivo a curto prazo. Entretanto, se esse for o único objetivo, ou o objetivo que guiará a empresa no longo prazo, os funcionários não saberão como agir no longo prazo, principalmente quando os concorrentes tiverem propostas melhores, satisfazendo o que os clientes precisam.

Seja claro sobre o que você está fazendo e porque fazer melhor é importante. Se você não sabe responder essa questão, faça algumas mudanças radicais nas suas ações, AGORA!

Adaptado de: Seth’s Blog – What’s it for?

[Review] A doença como caminho

Hoje irei inaugurar uma nova categoria neste blog: Comentários de livros. Como eu gosto bastante de ler, sempre que terminar de ler um livro, publicarei alguns considerações a respeito do livro que estiver lendo.

Vamos ao primeiro livro. O título é: A doença como caminho, editora Cultrix, autores: Thorwald Dethlefson e Rudiger Dahlke. O primeiro é um Médico psicoterapeuta e o segundo. Psicólogo.

Este livro me foi indicado por um Médico, foi a primeira vez que saí de um consultório com receitas de remédios e lista de indicação de leitura.

É um livro que se divide em 2 partes. Na primeira parte, intitulada, Condições prévias para a compreensão da doença e da cura, são abordadas temas bem filosóficos. Começa – se a introduzir o tema doença de uma forma que nos (quase) nunca pensamos, a doença é um sintoma de que a alma(consciência, seu “eu”) não está bem.
Como foi comentado, os autores falam muito sobre a idéia de polaridade e unidade. Polaridade, significa separar bem e mal, doença e saúde, por exemplo… Já unidade, significa entender o caminho, ou seja, quanto mais autoconhecimento a pessoa tiver, mais perto da unidade ela estará. Um exemplo que extrairei do livro, talvez exemplifique melhor o conceito de unidade:

E Jesus lhe disse: Quando de dois fizerdes um, e quando transformardes o interior em exterior e o exterior em interior, quando o superior for como o inferior, e quando fizerdes o masculino e o feminino uma só coisa, de tal forma que o masculino não seja masculino e o feminino não seja feminino; quando fizerdes olhos no lugar de um olho e uma mão no lugar de uma mão, e um pé no lugar de um pé, uma imagem no lugar de uma imagem, então entrareis no reino (Evangelho de Tomé, 22)

O segundo capítulo inteiro se preocupa em explicar várias doenças(no livro elas são separadas por categoria), dando a sua origem em algum distúrbio da nossa consciência(alma). Mais uma vez reafirmando o poder da polaridade, a consciência interferindo no corpo físico.
No livro, os autores dizem que quando sofremos de algum mal, na verdade, surge uma “doença” para nos ensinar qual caminho devemos seguir. Por isso, convém a nós prestarmos atenção nos sintomas para melhorarmos psicologicamente e enfim, fisicamente.

Para ajudar nesse caminho do autoconhecimento, e o caminho da “unidade”, após falar um pouco dos sintomas e da doença, os autores nos propõem alguns perguntas, a fim de respondermos, porque muitas vezes nos mentimos para nós mesmos. A doença nos faz sinceros, diz os autores.

Em nenhum momento os autores falam para não utilizar remédios, ou ir em médicos, só nos mostram o que devemos mudar para conseguir alcançar a saúde. Muitos vezes o remédio vai agir na doença e não na causa.

Porque é importante ler esse livro? Para sermos mais produtivos, quanto menos problemas de saúde tivermos, melhor para nossa produtividade. Mas, por exemplo, quando estamos com muita dor nos ombros, tomamos um analgésico e a dor melhora. Ok. Mas, será que essa dor nos ombros, não é porque estamos tentando “carregar mais peso” do que somos capazes?
Se resolvermos isso psicologicamente, estamos eliminando essa dor. Eliminando a causa e não a dor.

Esse é um livro, é uma leitura um pouco filosófica, mais recomendo a quem busca autoconhecimento e uma alta produtividade. Espera que esse comentário tenha sido satisfatório, caso haja alguma dúvida, deixa nos comentários. Até a próxima.

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